“Crónica” – NÃO TRAIR, MAS SENTIR-SE CAPAZ DE TRAIR

Essa frase é bastante interessante, poderá ser interpretada de diversas formas e eis aqui o meu ponto de vista. A infidelidade é um factor comum dentro do nosso seio social,  é literalmente uma ruptura da fé e ocorre em vários contextos (por exemplo religioso).

Infidelidade é o descumprimento de um compromisso de fidelidade. É uma violação de regras e limites mutuamente acordados em um relacionamento. Em sua acepção mais comum, a fidelidade é manter relações amorosas somente com uma pessoa que é sua parceira ou parceiro. Portanto, a infidelidade é quebrar este pacto tácito de manter relações sexuais com uma pessoa que escolhemos como parceiro ou parceira.

Ora bem, na prática os homens mais cultos avaliam melhor os prós e os contras da traição por isso traem menos que os homens menos cultos. Já no caso das mulheres, trair ou não trair não seria uma questão de inteligência, apenas de vontade e oportunidade.

Dando então seguimento a esta linha de pensamento, a educação e os níveis de escolaridade de determinado meio, são preponderantes para a redução de casos de infidelidade. Fica então muito fácil determinar uma das razões dos altos níveis de infidelidade na nossa sociedade.

Existem outros factores, que são do conhecimento de muitos, que parte da necessidade, da falta de oportunidade e do desejo de luxúria de muitos indivíduos, que leva a que se efectue uma constante troca de prazeres sexuais por dinheiro e outras vantagens.

Mas o que nos traz aqui, é simplesmente uma dica interessante, para aqueles capazes, de lidar com os vários tipos de situações da vida quotidiana, a traição pode ser evitada como? Quando se esta numa relação tanto o homem como a mulher, transportam um brilho diferente, pois tornam-se mais carinhosos e cuidadosos no trato com as pessoas e isso as torna as pessoas muito mais atraentes e desejadas. Tornando-se mais desejadas, o assédio torna-se inevitável, pois são muitos que vão querer ter por perto uma pessoa que só transborda alegria.

Sentir-se capaz de trair é tão-somente ter a capacidade de gerir as relações e assédios sem de alguma forma abusar, ou tirar proveito das necessidades e vontades das outras pessoas, muitas vezes em detrimento da nossa parceira ou parceiro.

Vejamos agora o ponto de vista de algumas pessoas relativamente ao tema em questão:

  • Luiana: Não trair, mas o desejo e a tentaçao fala mais alto há coisas dificeis de encontrar um equilibrio muitas vezes entre a razão e o coração o que a sociedade nos passa enquanto valores moralmente correctos é aquilo que são por vezes os nossos instintos “pouco racionais”.

  • Ayona – Tem haver com querer trair saber que se eu quiser posso trair e não me sentir culpada por isso mas não o fazemos porque não queremos magoar a pessoa que esta connosco ou simplesmente não fazemos porque sabemos que não vamos conseguir parar.

  • Vanessa: Durante muito tempo as mulheres foram muito mais submissas aos homens e dependiam da sua segurança, principalmente financeira, para viver. Por isso faziam vista grossa para algumas situações corriqueiras. Com o passar do tempo, as mulheres passaram a ganhar tão bem quanto os homens e terem oportunidades de traição da mesma maneira uma vez que o tema não trair mas sentir-se capaz, o que tenho a dizer:
  • é que hoje devido a independência de ambos os sexos, sentir-se capaz de trair é cada vez mais comum, tendo em conta que são poucas as percentagens de relacionamentos em que não existe traição, para mulher sentir-se capaz de trair a maior parte das vezes surge quando o companheiro não a demonstra os seus afectos ou quando ele não a da a atenção merecida

  • Fernanda: cometem-se muito mais traições por fraqueza do que em consequência de um forte desejo de trair, mas a questão é, aonde começa uma traição? Provavelmente existem pontos de vista bem diferentes existem 3 casos diferentes, a traição de um a migo/a, do parceiro/a e a sua própria traição. Mas em relação ao tema, todos temos essa capacidade, a de trair, penso que já todos passamos por isso. Os desconfiados desafiam a traição, talvez por serem esses aqueles que se sintam capazes de trair.

Os pontos de vista tendem a divergir como foi possível verificar, nos comentários cedidos pelas nossas colaboradoras, sendo que esse tema é altamente discutível e a intenção é tão-somente encontrar um ponto comum em termos de pensamento e achar-se uma conclusão, “não trair, mas sentir-se capaz de trair”.

Kelly Stress

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